O suposto direito dos homens muçulmanos sobre mulheres e meninas de outras religiões

Um teólogo egípcio do islão alegou que as mulheres e meninas de um país conquistado tornam-se propriedade dos conquistadores. O erro foi feito no século VIII, quando os muçulmanos conquistavam o Egito, mas não tomaram todas as mulheres e meninas para si. Por isso um homem egípcio, que hoje em dia prende uma menina cristã e fica com ela, ele só toma posse do que já há séculos deve ser dos muçulmanos.

Relato: "No instante antes de estuprar uma menina não muçulmana de 12 anos o combatente do Estado Islâmico achou o tempo para explicar que o que estava a fazer não seria pecado. O Alcorão daria-lhe o direito de estuprar a menina, porque ela estaria na idade de adolescência e pratica uma outra religião, diferente do islã. O Alcorão não lhe daria somente o direito, mas incentivaria-o também.
Então ele lhe amarrou as mãos e amordaçou-a. Em seguida, ele se ajoelhou ao lado da cama e caiu em oração. Depois do estupro ajoelhou-se de novo e praticou a devoção devida. Eu disse várias vezes que o ato seria muito doloroso para uma menina tão pequena e com uma cintura tão fina, que um adulto cingiria-a com duas mãos. Mas ele disse que o islã permite o estupro de incrédulas. Falou que se sentiu mais perto de Alá quando me estuprou."(Fonte: w55241n5q.homepage.t-online.de/Musl-Mann,Nichtmusl.-Frau.29.2.16.pdf

Muitas mulheres e meninas estupradas ouvem frases como a razão de existirem as mulheres cristãs é servirem para o divertimento dos homens muçulmanos.

Depois do estupro de uma menina de 9 anos em Paquistao uma ativista dos direitos humanos disse:
"Tais incidentes ocorrem regularmente. As meninas cristãs são consideradas como bens que podem ser danificadas à vontade. Abusá-las é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade não é mesmo um crime. Os muçulmanos consideram-nas como despojos de guerra."

Um muçulmano da Somália preso na Inglaterra depois de um estupro em massa de uma garota inglesa disse ao juiz que na Somália é comum e faz parte da cultura que os rapazes muçulmanos (a maioria no país) dividem as meninas cristãs entre si.

Ele contou isso sem vergonha, e seu advogado disse que não seria justo punir um rapaz que somente pratica o que aprendeu na cultura dele. Assim como pedimos dos russos mais tolerância para pessoas que praticam homosexualismo e outros modismos do mundo ocidental, deveriamos também praticar tolerância com costumes diferentes de pessoas que vêm de outras culturas.

Como sempre quero destacar que não todos os muçulmanos são violentos, perversos e estupradores. Pelo contrário, muitos são pacíficos e nem conseguiriam matar ou estuprar incrédulos. Muitos até ajudam a perseguidos como cristãos para escaparem aos perseguidores. Mas a presença do islã garante que essas ideias ruíns se espalham em todas as cabeças.

O mesmo vale sempre também para outros grupos violentos como hooligans, nazistas etc. Na época de Hitler também devia se destacar que não todos os nazistas eram violentos e perversos. Pelo contrário, muitos eram pacíficos e nem conseguiriam matar ou torturar judeus. Muitos até ajudavam a perseguidos como judeus para escaparem aos perseguidores. Mas a presença do nazismo garantia que essas ideias ruíns se espalhavam em todas as cabeças.

Queremos apelar aos muçulmanos pacíficos e tolerantes que tentem freiar seus correligionários, e queremos alertar os outros dos perigos.



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